Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

declaração de amor a algum tipo de vida

Não servi a nenhum deus, não cobicei grandes fortunas, não desejei ao abrir os olhos muito mais que um café preto e um abraço de uma pessoa amada. Nasci simplório, as únicas pessoas que julgo verdadeiramente grandes nasceram muito antes de que eu pudesse nascer, por isso sempre me vi pequeno, minúsculo. Geograficamente gordo, grande, espaçoso, alto, ainda assim diminuto. Por isso meus amigos todos também são pequenas, só assim conseguiram ver algo tão insignificante feito eu, porém enxergo todos eles como gigantes. Tenho um coração generoso, apesar de tanta tristeza e desconforto. Gosto de ver passarinho, tirar foto de nuvem, desenhar com risquinhos desleixados, sempre fui assim, um tanto criança e um tanto idosinho. Ou não, talvez o que melhor me descreva é ser um cachorro de espírito. Apesar de todo machucado e de todas as cicatrizes físicas e emocionais que carrego, vejo algo bom e abano o rabo como se viver valesse a pena. Um bocó, no fim das contas. Eu só sirvo é para ...

Últimas postagens

três dezenas e meia dúzia

sobre todos os dias em que irei acordar intranquilo

texto sem título criado em 18.06.26 às 00:20

uma reflexão a qual não fui convidado

um contraditório

trigésimo quinto dia da toalha

uma prescrição de liberdade para meus velhos parafusos soltos

ghostwritter de si?

um diário de crise

ode ao absurdo de uma coquinha gelada